
Há 50 anos, em 1976, realizaram-se as primeiras eleições legislativas e as primeiras eleições autárquicas do Portugal pós-25 de Abril. Nas primeiras, o Nuno encabeçou a lista do Movimento de Esquerda Socialista (MES) pelo distrito de Lisboa e nas segundas foi candidato a Presidente da Câmara da capital, em nome dos G.D.U.P. – Grupos Dinamizadores de Unidade Popular.
Foi nesta última qualidade que ele deu uma entrevista ao vespertino A Capital do dia 10 de dezembro de 1976, intitulada “Não um programa de promessas mas um programa de luta”. Publicamo-la aqui.
Há uma linguagem e realidades que nos podem parecer distantes, mas quão próximos são os problemas a resolver!
A construção da cidade é uma interrogação permanente. Um grupo de docentes e discentes do 4ºano do Mestrado Integrado em Arquitetura do ISCTE-IUL lançou-se há poucos meses a um exercício incomum: reler alguns escritos de NTP, rever as suas obras, imaginar futuros e criar propostas para a prática da Arquitetura. Assim se pode aprender, passeando coletivamente por tempos diferentes. Aqui se descobre como aconteceu.
De um tempo um pouco anterior a esse, do dia da libertação dos presos políticos, a 27 de Abril de 1974, ficou um registo fotográfico que incluía um enigma: quem abraçava o Nuno nessa madrugada? A Maria Hélia Viegas desvenda aqui o mistério, 52 anos depois.